terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cidade!


-Uma cidade se define por sua materialidade (volume, espaço, superfície), lugar de sociabilidades (relações sociais, personagens, grupos, práticas de interação e oposição) e da construção de sensibilidades (atribuição de valores ao urbano) estas características e inaugura novas sensibilidades pela experiência das multidões e do aglomerado urbano, mas também porque se apresenta como potência desnaturalizadora e produtora de vida. 

   A “cidade” é uma construtora de razões e sensibilidade perante o mundo “moderno” no qual se constitui a sociabilização (de varias maneiras), as construções dos valores, existentes ou novos ou remoldados, pela sociedade que se caracteriza pelas constantes mudanças, para adaptar-se ao mundo que é criado aos seus olhos. Segundo Maria Stela Brescian este “remodelar” da sociedade moderna do século XIX se caracterizou por um esboço de uma nova sensibilidade, assim uma “utopia” foi designada sobre uma realidade que se mostrava magica aos olhos, porem teve seu poder decaído com o rumo que esta modernidade tomava.
   Essa nova realidade querida a todo custo não teve sua real potencialidade calculada, pois essa realidade veio não só desenfreada, mas como uma inovação a seu deslumbramento “assustador” a quem o presenciava e não detinha o conhecimento sobre ela. Assim essa inovação mostra o desenraizamento com a natureza e o enraizamento com o meio urbano, proporcionados pela mecanização e pela industrialização, que mexeram não só com o simbólico, mas com o imaginário moldando assim, mentes e corações.  
     Os mecanismos inovadores que constroem o social, o material e o sentimental, se demostram além de transformadores, se moldam estruturantes como a base desta nova sociedade, a cidade que controla e dita o social das pessoas que aparentam uma aceitação porem, não só em seu subconsciente como intelectualmente e psicologicamente uma critica expressadas nas perdas com a normatizações postas ao homem que tem condições e conceitos remodelados sobre a vida  e o trabalho.  Isso repercute no filme Luzes da cidade onde gira a historia de um homem que não esta integrado a modernidade, pois sua condição é a da pobreza, pois a imposição desta sociedade é que este trabalhe e tenha um ”status” social, e este não demostra se preocupar com as regras desta nova sociedade, pois não tem estabilidade e é constantemente “punido” pela sociedade que o cerca desde a agressão, o descaso e a “rejeição”, mostrando em contrapartida no homem milionário seu oposto, bem sucedido, com uma bela moradia, porem sem felicidade desejando a morte, e bebendo para esquecer seus problemas. Iniciando um processo de marginalização da sociedade que não era de fato aquela considerada como povo.
  Esta nova construção do social sobre o povo se vê inovador porem não atinge seu total, e por muitas vezes castiga os que não tem a condição de adaptar ao moderno. No qual dá meios propícios para a sociabilização, desde ditando regras das relações sociais, impondo o papel a ser desempenhado ao publico e ao privado, na formação dos grupos e nas práticas de interação com o outro e a oposição a praticas ditadas erradas e não condizentes a realidade proposta pela modernização. Assim essa cultura da modernidade reesignifica o sentido de cidade e o espaço urbano, a partir das grandes mudanças.
   A cidade passa de mero cenário para ser protagonista na vida social, com as novas sensibilidades a cidade, que antes era um espaço de civilidade, passa a ser mais do que foi proposto pelos “ditos modernos” assim ela passava a deixar a civilidade de lado, não completamente, mas com o inicio das multidões uma nova mentalidade se cria e novas formas começam a produzir a vida, que não tem o mesmo sentido que outrora.
 Neste sentido acidade passa a congregar inúmeros estilos e tendências que fazem surgir inúmeras sensibilidades e relações sociais distintas entre si. A autora coloca a cidade a metrópole e a maquina como um “trinômio”, que causou fascínio e medo. A desnaturalização ocorre com a desvinculação do homem com natureza, onde sua dependência era maior só que com respeito porem nestes tempos modernos o homem se sobrepõem sobre uma possível vitória na qual visualiza transformar a natureza a seu bel prazer sem levar em conta os perigos que o cercam. Com a subestimação a natureza e sua desvinculação o homem começa a ser regrado pelo meio urbano suas perdas são notáveis, como no tempo, no trabalho e no sistema de tal modo que esses novos valores são aplicados ao cotidiano social.
 De tal modo que ficam explícitas as perdas, de exemplo o tempo que antes era regido pela natureza, é modificado passando a ser linear, abstrato e uniforme, cuja função é regrar a relação do patrão e empregado e/ou delimitar um tempo que se adeque ao social de cada homem.  Tal tempo aparece no filme implícito na parte em que o sujeito pobre, trabalha de gari e tem um tempo para trabalhar, almoçar, o intervalo e ir embora. Começa a controlar a sociedade a partir de pequenas intervenções do estado. O homem que agora tem sua vida regrada tende a criar sensibilidades atribuindo valores ao meio urbano e ao próprio tempo.
 Na questão do trabalho começa a inversão dos papéis em que só o homem trabalha e a mulher deveria ficar em casa, para ambos tornarem-se produtos do trabalho, mecanismos de difícil controle, porem as inferioridades são sempre exaltadas, inicia-se a construção de multidões e de aglomerados urbanos, que se apresentam como produtores de vida e com elevado potencial de possíveis revoltas sendo vistos com ameaçadores. As sensibilidades contrapõem a razão da beleza idealizada do homem.
 Portanto, a cidade moderna tanto desejada era um arquétipo idealizado por muitos porem seus meios não foram bem calculados, os fins se mostraram preocupantes e w tornaram constantemente criticados, a cidade que outrora era meio de civilidade se tornou a partir do século XIX um local de contradições, produtores de inúmeras formas e modos, passando de do meio material para tornar-se construtora de sensibilidades que se demostraram diversas, diversificadas e contraditórias ao que era previsto e por fim o homem se remoldou as necessidades da cidade e criaram novas razões, interações, valores assumindo um papel essencial para modificar a sociedade a seus novos padrões.



Historia do Cotidiano e da Vida Privada- Conceito de Cotidiano


     Nesta obra a autora prefere se atrelar as riquezas que estão próximas as pessoas, carregadas da aparente trivialidade do cotidiano. A autora afirma que estão nas pequenas coisas que são muito constantemente julgadas insignificantes de conhecê-las, e que encontramos nesta fonte uma gama enorme de curiosidade.  Assim, o seu objetivo é analisar as “pequenas coisas” que são as coisas do cotidiano, e é por elas que a história é construída não somente por grandes fatos e nomes, mas principalmente por pessoas comuns e por seus hábitos e rituais diários.
 Vislumbrar a realidade sob a óptica de pessoas ditas “comuns” e suas praticas, hábitos e ritos que são elaborados no coloquial, retirando de cena os grandes nomes e aconteci-mentos políticos, não os exaurindo de sua importância histórica, mas venda a história feita de baixo, voltando para a história que esta próxima de todos que oferta inúmeras riquezas, mas esta penetrada pela aparente trivialidade do cotidiano. Seria então investigar o comportamento por trás da fachada da casa, como eles viviam, casavam, namoravam eram educados, o que ocorria pro trás dos panos.
  Assim seria uma maneira de mostrar que a historia pode e também e feita por todas as pessoas e em todos os momentos da vida, nos somente em momentos em que uma dada minoria tem feitos glorificados e eternizados como extraordinários mostrando e montando a historia de uma minoria e “aristocrata”.  "Esse viés consolida o estudo dos grupos anônimos (operários, crianças, quilombolas...), iluminando aspectos da vida deles que até então não eram vistos", diz a historiadora Mary Del Priori.
  Implicando à pesquisa pela Micro-História agindo como intermédio para a desmistificação do conceito de que as praticas, hábitos e ritos do dia a dia da população colocando as em um “pedestal” no qual representam uma forte base de sustentação, na qual é “arquitetada” a produção das pequenas estruturas que compõem o emaranhado social, uma vez que, "a vida cotidiana não está "fora" da história, mas no "centro" do acontecer histórico: é a verdadeira
  De acordo com a autora, cotidiana seria uma “esfera privada da vida humana” onde acontece a constância e conservação de práticas rituais, portanto, seria algo reprodutiva, que se desviam dos campos político, econômico e social, em oposição, pois fazem parte da “esfera produtiva”, a vida pública, o lugar “onde a História acontece”,neste sentido a autora que desviar desta historia dita  publica colocando um lugar de extrema importância para se conceber a historia na parte cotidiana.
    Essa dicotomia sobre a vida humana ser “dividida” em vida pública e vida privada, segundo a autora, insurgiram no século XVIII com o florescimento da classe burguesa. Tendo uma profunda alteração nas analogias sociais, na qual acarretou mudanças até mesmo na arquitetura das casas, que começaram a ser edificadas de maneira a separar o publico do particular e o local de cultivo da vida material do local de representação da existência. Por esse motivo, alguns historiadores cogitaram a contradição de se trabalhar com a noção de cotidiano em períodos anteriores ao século XVIII.
  Para que se fosse capaz de explorar um estudo do cotidiano “imbricado na análise dos equilíbrios econômicos e sociais que subjazem às decisões e aos conflitos políticos” (DEL PRIORE, p. 266). Do contrário poderia ser confundido a vida cotidiana com história do individualismo, ou ate mesmo a historia do “publico”.
Portanto, o cotidiano é o indivíduo em seu estado particular, privado, sendo simultaneamente um ser reservado e genérico. Mas, no homem, a peculiaridade expressa não somente um ser "isolado", mas, além disso, um ser individual, pondo em evidência que todo homem compartilha da vida cotidiana e toma parte de maneira determinada do social faz parte da historia, tendo seu papel uma grande importância.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Propostas de governo de Fruet: Analise minuciosa!


A principal proposta defendida por Fruet durante os quatro meses de campanha foi o aumento do investimento da educação em 30% do orçamento público. Pretende criar 15 mil novas vagas em creches, zerando a fila de espera para crianças.
 Bom vamos analisar essa proposta certo, bom primeiro como este prefeito vai investir na educação se não tinham dinheiro para dar aumento de salário para os professores? Boa pergunta que meus queridos leitores, não sei responder!
OBS: bom adorei que ele vai investir na educação, mas se for levar em conta tudo o que cada candidato que passou pelo governo diz sobre investir na educação nos já estaríamos em uma patamar de primeiro mundo onde ultrapassaríamos Cuba que tem uma das melhores educação ao meu ver do mundo! A pergunta que não cala é COMO?
 Bom aumentar as vagas da creche bacana, mas com que dinheiro, onde será esses estabelecimentos, porque é muito fácil prometer se não há estrutura para isso, não há espaço propicio que forneça para o numero Maximo e zere a fila em creches, e alem do mas os profissionais serão tirados de onde pois com a falta de investimento da educação esta é uma profissão em decadência, se o governo não fizer nada para melhorar
Para a saúde, pretende ampliar o atendimento nas unidades para o terceiro turno em todas as regiões da cidade contratando mais profissionais. Alem de construir cinco unidades 24 horas em Santa Felicidade, Pilarzinho, Uberaba, Tatuquara e na Matriz.
 Bom já esta é muito boa porem como será feito ai que o bicho pega, pois se os plantões já são 24 horas da onde ele vai tirar o terceiro turno??? Bom sei La!
 O melhor é que eles estão investindo na medicina, mas se for levar em conta que a preparação dos nossos profissionais esta uma “lastima” já que a maioria dos erros estão por parte da má formação de profissionais não capacitados ou sem muita prática, alem do mais se ele pretende melhorar o atendimento em 4 anos, como ele fará isso se são 6 anos para se formar medico, três de especialização fora a residência?
  Lembrando são só 4 anos de mandato, meio preocupante não?
Outra proposta de construção feita por Fruet foi à entrega de 15 mil moradias para população de baixa renda, além da regularização de dez mil lotes para retirar a população das áreas de risco. Alem de desburocratizar o processo de aprovação de loteamentos populares e catalogar os vazios urbanos para planejar reocupações por empreendimentos habitacionais.
 Bom se nos já sabemos como esta as moradias que não foram entregues anteriormente não será meio estranhos ser entregue agora de uma hora para outra, alem do mas nos o povão já sofremos com a maldita “BURROCRACIA” do pais e agora ele quer tirar só para aprovar suas leis, porque não tira para todo mundo essa burocracia exacerbada?
Outro porem é se temos que preservar as florestas, rios e tal, como preencher os vazios com mais concreto?? Veja O caso de SP, tanto concreto, chove demais e babau, enchente, será que em Curitiba não será diferente, vamos descobri logo!
  Na segurança pública, a polícia comunitária para a Guarda Municipal de Curitiba, com agentes nos bairros e módulos móveis. contratando pelo menos 1,5 mil novos guardas, instalar pelo menos mil câmeras de videomonitoramento, além de criar a academia da Guarda Municipal, de criar o Conselho Municipal de Segurança Pública e melhorar a iluminação da cidade.
Boa proposta! se ira conseguir daqui 4 anos falarei.
O combate às drogas deve contar também com pelo menos 500 vagas para internamento de dependentes, através da parceria do Comitê Municipal de Prevenção ao Uso de Drogas, o Governo Federal e instituições religiosas e comunidades terapêuticas, segundo Fruet.
Primeiro  o usuário deve se conscientizar que deve e precisa de ajuda, caso contrario e perda de tempo, e jogar dinheiro publico no liso, já que entrou nessa porque quis tinha duas escolhas foi pro caminho errado porque quis e quem tiver peninha LEVE PARA CASA!!!
O prefeito eleito se comprometeu a destinar 1% do orçamento anual da Prefeitura para investimentos no setor de cultura, ampliando o quadro de funcionários e qualificando os planos de cargos e salários. Fruet quer criar um plano municipal para dez anos e fortalecer o Conselho Municipal de Cultura, além de construir o Parque da Música.
 Bom pra começar é muito pouco para investir em cultura e segundo nem todos sabem o que é cultura... leia o texto: O que é Cultura – José Luis dos Santos e O que é Cultura de J.L.Santos
terceiro no Brasil falta interesse popular e governamental.


Sobre o repasse de potencial construtivo para as obras de reforma da Arena da Baixada para a Copa do Mundo de 2014, o prefeito eleito defendeu a transparência e o acompanhamento da sociedade e órgãos de fiscalização
Meio ridícula esta né?
Pretende integrar os diferente modais de transporte, privilegiando o transporte coletivo, que deve contar com mais faixas exclusivas, linhas e quantidades de ônibus. Construir novos terminais e construir 300 quilômetros de ciclorrotas, um terceiro anel viário, e a conclusão da Linha Verde, com novas trincheiras, viadutos e passarelas.

 Bom melhorar o transporte é ótimo so não sei aonde é que ele vai construir mais da linha verde ou ira desapropriar as moradias?

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Propaganda Política: criticas indevidas!



Dizem que o voto é secreto....
Dizem que não devemos nos influenciar sobre algo que não sabemos de onde provem se tem veracidade......
Mostram pesquisas que tentam influenciar o cidadão...

   Então minha pergunta é se realmente as pessoas sabem o que é ser cidadão ou ser brasileiro, porque dizer é muito fácil provar ai que é a coisa fica complicada.

Então pra terminar meu pensamento do dia, não dizendo que não devemos discutir política, mas é claro que devemos quem não pó faz ou não entende ou não sabe nada, mas vamos só analisar as propostas de cada candidato com sabedoria e para de atacar os candidatos seja no Facebook ou em qualquer lugar, pois pessoas “ignorantes” se deixam levar por palavras vás que nem sabem de onde provem ou se é verdade, e coloquemos as propostas em Jogo para decidirmos o que é bom ou não para nos...
Sem sermos “ignorantes” que ao invés de prestar atenção no que realmente importa prestamos mais atenção em “crianças” que postam rixas ao invés de lutar por nossos direitos ficamos sentados vendo pra onde a corda ira estourar.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

97° Ana Paula Valadão



                             
  Ana Paula Machado Valadão Bessa é compositora, pastora, escritora, apresentadora e cantora gospel.Em fevereiro de 2012 Ana Paula Valadão anuncia um novo culto na Igreja Batista da Lagoinha, sob seu comando, especial para as mulheres.
   O culto acontece sempre nas últimas quartas-feiras de cada mês, e como diz a própria Ana Paula, é um culto "cor-de-rosa" , e com a boa repercussão que o culto obteve a partir do mês de maio começará o culto Homens e Mulheres Diante do Trono, onde o Pr Gustavo Bessa, seu esposo, dará a mensagem centrada para os homens e a Ana Paula Valadão continuará ministrando para as mulheres
Bom e alem disso ...l
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 Bom temos que repensar muito sobre cultura, nacionalidade e estudar oq eu é representatividade nacional!!

99° Jô Soares



                         
Jô Soares (José Eugênio Soares) nasceu em 1938, no Rio de Janeiro. Comediante, humorista e dramaturgo.
Tem-se inumeras frases, textos, pensamentos, poesias e poemas. Alem de ser um ícone da tv brasileira.

Bom mas alem disso
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?????
Perante a isso pode-se considerar um candidato a um acargo tao importante?
Er acho que não!

100° Maria da Penha

                         
 Uma das candidatas ao premio o maior brasileiro de todos os tempos:,

Vamos situar esta figura a sua historia:



Maria da Penha Maia Fernandes é uma biofarmacêutica brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado. Com 67 anos e três filhas, hoje ela é líder de movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica.
Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada pelo presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva a Lei Maria da Penha, na qual há aumento no rigor das punições às agressões contra a mulher, quando ocorridas no ambiente doméstico ou familiar.
Em 1983, seu marido, o professor colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez atirou simulando um assalto, e na segunda tentou eletrocutá-la. Por conta das agressões sofridas, Penha ficou paraplégica. Nove anos depois, seu agressor foi condenado a oito anos de prisão. Por meio de recursos jurídicos, ficou preso por dois anos. Solto em 2002, hoje está livre.
O episódio chegou à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e foi considerado, pela primeira vez na história, um crime de violência doméstica. Hoje, Penha é coordenadora de estudos da Associação de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV), no Ceará. Ela esteve presente à cerimônia da sanção da lei brasileira que leva seu nome, junto aos demais ministros e representantes do movimento feminista.
Mariaria da Penha formalizou uma denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) contra o Brasil por neglegenciar tais crimes contra a mulher, assim a nova lei reconhece a gravidade dos casos de violência doméstica e retira dos juizados especiais criminais (que julgam crimes de menor potencial ofensivo) a competência para julgá-los. Em artigo publicado em 2003, a advogada Carmem Campos apontava os vários déficits desta prática jurídica, que, na maioria dos casos, gerava arquivamento massivo dos processos, insatisfação das vítimas e banalização da violência doméstica.


 Não posso descredibilitar a sua importancia na causa feminina porem, se isto é ser o maior brasileiro, denunciando o pais entao o qeu será nao ser brasilleiro?